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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013



Uma chuva providencial na contagem regressiva lavou-me a alma. Foi a concretização de todos os sentimentos que haviam em mim, a sensação de começar um novo ano renovado. 2012 foi lindo, vi o mundo de uma forma muito particular, vi laços de amizade se fortalecerem e nutri muito amor em meu coração. Minha vida tomou rumos inesperados, principalmente quanto ao meu futuro profissional. Os aprendizados de 2011 me fizeram mais otimista. 

Uma parede de sua casa pode cair e você se sentir desprotegido, vulnerável, mas você ganha uma brisa super agradável, um vista que antes não existia e a possibilidade de reconstruir essa parede.
Em 2011 minha parede caiu.
Em 2012 eu senti a brisa e as inúmeras possibilidades que a ausência da parede me trouxe. Passei o ano inteiro reconstruindo a parede, dessa vez com uma belíssima janela, afinal, queria ter a segurança que a parede me proporciona, mas não poderia perder a brisa e a vista que ganhei.
Em 2013 poderei aproveitar as renovações que 2012 me trouxeram, e caso eu perca o telhado da minha casa, poderei contemplar a lua, as estrelas e, quem sabe, tomar outro banho de chuva para me renovar ainda mais.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Tivemos Nossa Música



Lembra aquela sexta-feira a noite que ficamos juntinhos? Lembra do desconforto do meu abraço em uma cama tão pequena? Foi ali, naquele ambiente, após sua ida, que defini nossa canção. 
Ouvi-la me fazia reviver fatos e sonhar com as possibilidades que o destino poderia nos trazer.
Uma pena tudo definhar sem ao menos começar. To tentando me desapegar.

Engraçado como aquela canção continua representativa, porque continuo associando o seu nome ao sorrisinho tímido que surgia em minha face ao pronunciá-lo.



Quando a canção termina, é como se te ouvisse perguntar:
- Está tudo bem do lado de lá?
Respondo:
- Tudo ótimo por aqui! E do lado daí?
Fico sem resposta. Volto a ouvir nossa canção, que nem tive oportunidade de apresentar a ti.




domingo, 11 de novembro de 2012

O que quero da vida


"E ainda estou confuso,
Só que agora é diferente:
Sou tão tranqüilo e tão contente."
Renato Russo.

Hoje acordei com a sensação de ser o cara mais feliz do mundo! Por um único motivo: aprendi a não ter pressa.

Deixei a vida seguir seu curso e, por muitas vezes, fui mais expectador que ator nesse processo. Parei por muitas vezes para assistir a trama da minha vida, seus conflitos, clímax e desfechos. Como expectador, apaixonei-me pelo desenrolar dos fatos e ao fim de cada capítulo, não via a hora de acordar. Assistir ao que seria vivido no dia seguinte tornou-se minha maior diversão.

Não quero formar novos planos, quero que novos planos me escolham. Quero ver a vida fluir  ao me descobrir a cada dia. Que  minhas ações  sejam reflexo da minha  personalidade,  seja a minha essência de forma concreta,  palpável e compreensível.

Da minha vida quero calma, tranquilidade e paciência. Que meu viver tenha tempo suficiente para sua maturação. Esse é o meu desejo! 


sábado, 2 de junho de 2012

Tô curtindo essa fase independente!


E a vida torna-se mais gostosa a medida que valorizamos cada novo amanhecer e contemplamos a beleza de nossos feitos. Lembre-se: somos autores, atores, produtores e diretores de nossas vidas e o mais importante não é sabermos conduzir corretamente o enredo, mas sim, ater-se à cronologia e não deixar escapar um segundo. Produtividade, palavra de ordem.
Os dias não podem passar despercebidos, um dia de folga resulta em 24 horas de improdutividade. Estamos tão envoltos no idealizar o viver, viver corretamente, que esquecemos de valorizar a vida, cuidá-la e principalmente, assisti-la.
Pare! Vamos produzir um episódio especial apenas por hoje:
Recordaremos os caminhos trilhados, as etapas vencidas, os encontros, desencontros e reencontros. Vamos dar crédito aos que se destacaram, premiar os atores coadjuvantes que muitas vezes roubaram a cena do protagonista. Vamos cortar gastos: serão necessários tantos figurantes nessa cena?
Concordo, não é fácil gerir uma equipe durante uma produção auto-bibliográfica. Tenha autonomia, supere suas dificuldade sem apoiar-se, aproveitar ou explorar alguém. Direcione seus caminhos, orgulhe-se de seus feitos, valorize quem divide a cena contigo, seus sentimentos e ensinamentos. E não tema ser julgado por querer os holofotes em ti, porque a sua história é a base dessa trama!







Esse breve texto produzido em fevereiro, mas que recebeu uma baita adaptada no dia de hoje é inteiramente dedicado aos meus amigo e trigêmeos Nil e Paulinha. Afinal, assim como eu, eles aprenderam a grande diferença entre estar só e sentir-se só. Sentir-se só, é auto menosprezo, estar só é "curtir essa fase independente". Estamos sós, juntos e alegrando-nos por isso! =]


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ultimo LUTO



Minha amiga Juliet sempre diz: toda perda gera um Luto, gera um sofrimento. Concordo!
Quando alguém que amamos morre, esse luto é invitável, e o conformismo, a resignação é o combustível da superação. Temos que aceitar, temos que superar e os poucos sinais de felicidade que vão surgindo em nossa jornada são abraçados com força.
Mas quando a perda é de ordem sentimental, amorosa, temos que viver vários lutos:
o luto do rompimento,
o luto do descrédito,
o luto do ciúmes...
O mais complicado de tudo é que, diferentemente do luto provocado pela morte, os lutos amorosos são consequências de ações SUAS. Você optou (ou aceitou) pelo término. Você decidiu seguir enfrente. Você decidiu não ter mais contato.
Não é fácil, é como tornar-se o assassino do amor que você construiu. Mas esses lutos, essas decisões e reflexões nos fazem evoluir.
E ao chegar o último Luto, a Felicidade nos dá um tapa na cara. A vida está preparando tantas coisas maravilhosas pra ti, que você não pode mais correr o risco de deixar qualquer espaço para o retorno de tantos LUTOS.
Sinceramente, se os amargos fazem os doces da vida serem mais doces ainda, com licença que irei me lambuzar. Isso sim é muito bom.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Presente



Sou teu presente, mas desejas o teu passado. Porque se apega tanto aos sofrimentos antigos para nutrir sentimentos futuros? O que outrora te trouxe mágoas, não te ajudará a colher bons frutos. Solte as palavras que não foram ditas, liberte a magoa e o rancor, faça com que os fatores que te prendem e te limitam criem asas e ganhem o mundo.
Que todas essas angustias vividas estejam distantes de ti e que a felicidade te ajude a trilhar passos firmes.


sábado, 17 de dezembro de 2011

Adele, a trilha sonora de uma fase.

Sabe aquela sensação de: "Pelo amor de Deus, alguem assistiu minha vida nesses ultimos dias e escreveu todas essas musicas pra mim..." o.O

Enfim, essa é a sensação que tenho ao ouvir as musicas da Adele....
E vai ai uma pequena sequencia que deve ser obedecida. rs.
Ouçam, e se o inglês tiver enferrujado não deixem de pesquisar a tradução das letras.

Primeiro faça com que saibam tudo que você sente. Seja sincero e honesto com seus sentimentos:


Depois você cai na real, e vê que não está sendo correspondido:


Ai vem aquele momento bola pra frente:


Pronto, passada essa fase, quando todos esses processos concluídos pedimos licença a Adele, e bola pra frente.





segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sobre amor, tempo e amadurecimento.


É difícil deixar as pessoas que amamos seguirem seu curso distantes da gente. Hoje eu entendo melhor porque os pais sentem tanta dificuldade em deixa seus filhos trilharem os próprios caminhos. 
Todos passamos por processos evolutivos semelhantes, sempre sabemos quais serão os caminhos, os meios, as feridas, as alegrias e as tristezas que cada pessoa passará nesse processo de auto-descoberta. E quando realmente amamos alguém, não queremos vê-las feridas, magoadas ou que pessoas mal intencionadas gerem algum tipo de mágoa ou insegurança nelas. Infelizmente, não podemos tomar uma responsabilidade que não é nossa, não podemos impedir o amadurecimento das pessoas porque queremos protegê-las.
Deixar quem amamos partir é viver a cada dia o medo de não tê-los de volta, imaginar que quem tanto te completa pode um dia não voltar e uma parte sua pode se deteriorar. É um misto de saudade com medo de alimentar a esperança do retorno que poderá não existir.
É impossível manter a racionalidade nesses momentos e o coração sempre falará mais alto. Agimos por impulso e adiamos a despedida, a cada dia queremos eliminar a saudade que nunca passa, tentamos nos isolar, não falar e a solidão vira combustível para dor.
Nesse momento, só pedimos tranquilidade: o fim daquele aperto no peito, o sessar das lagrimas, noites tranquilas e que as lembranças caminhem sem serem percebidas.
E quando a cada novo dia a vontade de estar junto continua sendo maior que qualquer problema, queremos romper essa distância, mas esse tempo é necessário.
Os dias seguirão, o processo de amadurecimento ocupará seu tempo e não se lembrará de mim, nem dos momentos felizes que tivemos. A cada ferida provocada por alguém, a cada desapontamento, você lembrará do quando esteve feliz ao meu lado e a sensação de arrependimento pode brotar. Sua tarefa estará cumprida, quando sentir que sabe quem você é, que ninguém conseguirá te manipular e que você poderá amar a si mesmo, amar suas qualidades alem de qualquer tipo de menosprezo ou narcisismo. 
Não quero mais ver a vulnerabilidade que vi no seu olhar da ultima vez. Não quero ver fragilidade, insegurança. 
E não tema o arrependimento, porque será ele que te dará forças para lutar e reconquistar tudo que foi perdido nessa jornada. Fica Bem!

sábado, 23 de julho de 2011

Boneco ARMSTRONG do Gugu, eu tive!

Lembro-me como hoje: lá estava o pequeno Neto, no auge dos seus 5 anos de idade, assistindo ao Domingo Legal quando anunciaram o lançamento do novo boneco do Gugu, o ARMSTRONG! Pronto, esse seria o meu mais novo sonho de consumo. Queria muito, muito, muito aquele boneco. Afinal, ele era demais, ele esticava, ele dobrava e, o mais importante, ele era do Gugu (sim, nessa época o Gugu era sinônimo de credibilidade, pelo menos para as crianças).
Sempre fui um menino muito consciente, nunca fui de dar pití, ou dar calundú só porque queria algo. Então, conversei com meus pais sobre a possibilidade de ter um Boneco ARMSTRONG (que maduro eu!). O boneco deveria custar uns 50 reais na época, o que, para época, era bastante dinheiro, pior: era bastante dinheiro, que seria empregado em um bonequinho que estica. Enfim, meus pais disseram que eu poderia ganhar, mas que seria somente no meu aniversário. A clássica desculpa para enrolar a criança e ela não ganhar absolutamente nada, afinal "Você prefere aquele boneco ou uma linda festa de aniversário do pica-pau??".
Todos aqui já foram criança e sabem muito bem como é a linha de raciocínio de um infante desejando um regalo, não é mesmo?

PASSO 1: EU QUERO! A criança deve mostrar o quão importante é aquele presente para sua vida. Explicar que esse não e qualquer boneco, que esse é "O Boneco ARMSTRONG do GUGU" e que para continuar tendo uma infância saudável, você precisa ganhar um. (Passo 1 OK!)

PASSO 2: ANTECIPAÇÃO DO PRESENTE! Para não ser enrolada pela 983798237982ª vez, a criança precisa bolar algum plano para sensibilizar seus pais ou algum parente próximo. Ganhando assim o seu lindo presente. (Passo 2 em andamento!)

Então, como um jovem rapaz esperto que era, tracei todo um plano: resolvi comprar um cofrinho para cada moeda, ou seja, 4 (ou seriam 5, não lembro direito) cofrinhos, de tamanhos diferentes. Meu objetivo não era juntar dinheiro até conseguir comprar meu boneco com meu próprio suor, meu objetivo ia além disso. Entendam:

VÍTIMAS: Meus avós maternos
PORQUE: Até os 11 anos de idade, além de filho único eu era neto único. Preciso falar mais alguma coisa?
COMO: Levaria os meus cofrinhos todos os dias para casa de meus avós, faria cara de criança carente, imploraria por moedas a todos os presentes e explicaria de forma detalhada e emocionada o motivo da arrecadação (mais informações no PASSO1).

Enfim, essa pequena palhaçada durou alguns dias, até que minha avó, super sensibilizada com meu esforço, me deu o dinheiro exato para comprar meu Boneco Armstrong!





Que FE-LI-CI-DA-DE! Sabe o que é desejar algo por muito tempo, juntar dinheiro COF COF, fazer planos $-$ e finalmente conseguir o que deseja?
Eu era só felicidade com meu Boneco Armstrong. Fui presenteado proximo ao final de semana e passei todo o sábado e o domingo com meu boneco. Fomos a feira com minha avó no sábado, com direito a visita ao açougue do meu avô e pesagem do Armstrong na balança de carnes. No domingo saímos para passear com a família e a tarde assistimos ao Domingo Legal, afinal, não perderia a oportunidade de assistir ao Merchan do Armstrong com meu boneco super novo ao meu Lado.
A noite, antes de dormir, coloquei o Armstrong em sua caixa e fui deitar. Na manhã seguinte, antes de sair para trabalhar minha mãe falou:
- Netinho, não é pra levar o boneco para o colégio. É para deixar em casa!
[Pausa dramática com patrocínio de Isis Valverde #SuaLinda]

Resmunguei, implorei, chorei, mas, nada feito. E, como toda criança normal faria, coloquei meu boneco escondido na mochila e fui, feliz da vida, pro colégio.

São nessas horas que vejo o quanto crianças são bobas e desprovidas de malícia.
1- Só uma criança vai ficar feliz em levar um brinquedo novo para o colegio e ver um monte de crianças mexendo e usando o seu brinquedo novo.
2- Só uma criança, não tem consciência de que Praga de Mãe é a pior e mais eficaz praga existente em todo o universo.
3- E só o songo do Neto (porque o proximo item tem nada a ver com ingenuidade infantil, é burrice mesmo) levaria um boneco escondido para o colégio onde a mãe dele trabalhava.
Brilhante!

Os proximos acontecimentos resumirei em tópicos super objetivos para amenizar o sofrimento, porque, sim, sofri bastante na época.
1- Após fazer o meu lanchinho, tirei o meu Armstrong da mochila e fui brincar com a garotada.

2- Dois moleques mais velhos pegam o meu Armstrong e resolvem fazer um remake de uma clássica cena do comercial (não achei o comercial nacional, mas segue o gringo, atenção aos 10s)

3- Meu boneco é rasgado na barriga e na axila vazando uma gosma.
4- Fiquei de castigo
5- Perdi o boneco
6- Ganhei a versão miniatura como consolação. Era um chaveiro.


Olha, fico muito triste em lembrar do meu sofrimento, de ter que brincar com um Armstrong todo envolto em fita adesiva e não poder mais esticá-lo. ='(

Gostaria de Agradecer a minha amiga Samilla Cardoso que lembrou do meu boneco, lembrou da situação super triste, quão sensibilizada ela ficou na época e ,o melhor de tudo: Lembrou que nós descobrimos que a gosma dentro do boneco era doce, e vivíamos comendo.

Em menos de um mês, meu Armstrong estava com a barriga oca. Sem falar que toda vez que minha mãe me pegava comendo aquilo, era mais castigo. Ela botava o boneco em cima do guarda-roupa e só me devolvia depois que ele estava devidamente lacrado com fita adesiva.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Aprendizado do dia #1

Você está um tanto gordinho, sem tempo para se exercitar e tem uma brilhante ideia:
- Comprarei um Patins! - na verdade eu queria uma bicicleta, mas ela não cabe no cubículo onde moro.

Ok, aquisição feita! Após sabe-se lá quantos anos, era hora de voltar a andar sobre 8 rodas ( o que é equivalente a: 4 bicicletas ou 2 carros, não na velocidade, apenas na quantidade de rodas).
Acreditem, nem eu entendi o parênteses acima, trata-se de um sequestro mental.

Dei uma alongada, fiz uma caminhada de 30 minutos e estava pronto e aquecido para me divertir bastante.

SITUAÇÃO: Patins com ótimos rolamentos, ou seja, desliza super rápido.

REAÇÃO DE UMA PESSOA SENSATA: Ir devagar e com calma, até se adaptar perfeitamente aos novos patins.

REAÇÃO DE NETO, NEM UM POUCO SENSATO: Se empolgar com a velocidade, se achar "O Patinador" e se empolgar mais ainda quando vê um descida.

RESULTADO:
1- Neto se empolga na descida
2- Neto se assusta com a velocidade
3- Neto tenta reduzir a velocidade
4- Uma das rodas trava
5- Neto tenta dominar a situação e se reequilibrar
6- Neto cai de joelho no chão, desliza sobre o asfalto ajoelhado por quase um metro.

[PAUSA DRAMÁTICA]

Alguém sabe como é sentir seu joelho ser dilacerado pelo asfalto em slow motion?
o/ <--- Eu Sei! E não é legal.

Certo, fui um otário, me empolguei, caí, doeu e eu sabia que o pior estava por vir: levantar, ver a galera te observando e seguir em frente. Rapidamente dei um olhada em 360º procurando alguma senhora idosa que, provavelmente, me olharia com afeto. Amém, nenhuma senhorinha gentil e amável.

Se você, assim como eu, acha que receber um olhar afetuoso de uma senhora, quando você está estirado no chão após uma queda, é o auge do constrangimento, seu conceito mudará após receber um olhar afetuoso de um jovem gay, acompanhado de amigas lésbicas, sentado delicadamente embaixo de um Ipê roxo. Nem vou prosseguir!

Terminei de me levantar, abaixei o olhar fingindo estar observando o estrago, mas na verdade estava analisando a minha rota de fuga. Direita? esquerda? Direita! Girei rapidamente a cabeça, já pegando o embalo para partir, quando me deparo com a seguinte cena:

1- Um grupo unissex (ainda usam essa palavra?) de, aproximadamente, 6 adolescentes paulistanos clássicos que, numa escala que vai de CPM22 ao ReStart, podem ser classificados como Nx Zero, formam um pequeno aglomerado na direção que eu pretendia seguir.

2- Uma menina, provavelmente a "divertida", a "bacanuda" da galera, se joga ao chão e simula uma queda super bizarra, com direito a giro, pernas pro ar e sons bastante característicos. Todos os amiguinhos choram de rir enquanto apontam para a mocinha. Achei maldoso! Principalmente por que a atuação deixou a desejar, até agora não defini se o SER VIVO interpretado pela garota era EU ou Ana Hickman na Sapucaí.

Enfim, na dúvida, entrei a esquerda e segui meu rumo... O rumo de casa.

Agora é manter a perna esticada e esperar a cicatrização ao som de Camelo.